O aumento acelerado de óbitos e de pessoas infectadas pela Covid-19 tem pressionado sistemas de saúde ao redor do mundo e impulsionado a aquisição de equipamentos de proteção individual (EPIs), bem como respiradores e leitos de UTI, colocando o Brasil em fila de espera e gerando risco para parte dos profissionais da saúde.

São atendentes, técnicos de enfermagem, médicos e enfermeiros que não trabalham em áreas específica de tratamento do coronavírus nos hospitais e que estão dependendo da sorte para escapar da doença.

A vice-presidente do Sindisaúde-RS, Claudete Miranda, técnica de enfermagem do Grupo Hospitalar Conceição, em Porto Alegre, afirma que no seu posto de trabalho – que não esta na linha de frente da pandemia-, três pacientes positivaram a doença.

“Esse é um exemplo claro da importância do uso de EPI em qualquer área de um hospital, seja da linha de frente ou não.” Claudete se refere ao fato de que, por conta da escassez de equipamentos de proteção, principalmente máscaras, a maioria das instituições tem precisado racionar o uso de EPIs.

A iniciativa obedece a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS), uma vez que a demanda por equipamentos de proteção ocasionou uma interrupção na cadeia de suprimentos, acarretando escassez de estoque em todo o mundo. A ordem é que, para garantir a prevenção de contágio dos profissionais da saúde que lidam diariamente com o atendimento de infectados, esses materiais sejam usados de forma racional. Fato é que os que circulam por outras áreas hospitalares estão trabalhando com medo, uma vez que uma série de mortes (principalmente entre enfermeiros) vem sendo registrada com frequência.

De acordo com o órgão, há relatos também de solicitação para que profissionais adquiriam seus próprios materiais de segurança e reutilizem materiais descartáveis.

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